quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
LUTAR, lutar!
Lembro-me do filme"E o vento levou" em que a heroina apesar de todas as adversidades não desistia de continuar lutando por dias melhores. Ultimamente entre em uma depre muito grande tá dificil de combater. Sei que as pessoas tem repulsa quando se deparam com alguém assim. Não aceitam as nossas verdades, ora bolas, não posso dizer que o mundo está florido quando tem muitas nuvens negras em minha cabeça. Tento mas não dá para não se molhar na chuva, dá. Li outro dia, já não me lembro onde que para nós começarmos tudo de novo é preciso jogar tudo o que é velho e recomeçar, pois é exatamente isso que estou tentando fazer jogando tudo o que sinto pra fora de mim. Se vai dar certo só o tempo dirá. Continuo lutando!
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Um alento quando não mais forças.
Passamos procurando algo que nos deixe mais felizes, embora saibamos que a felicidade não é eterna queremos que ela dure para sempre. Porém quando estamos navegando no infinito mar da vida, não raro às vezes nos sentimos a deriva, completamente sem rumo. Talvez por isso, o criador nos puxe as orelhas para não deixarmos de ter esperança. E isso sempre vem em forma de mal-estar ou alguma doença. O pai no ama e nos chama a continuarmos a luta ainda que não saibamos que rumo tomar.
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Enfim, enfim!
O que é maravilhoso no ser humano é a capacidade de acreditar e recomeçar. Ao ler o livro O menino do pijama listrado, pude pensar que todas as coisas têm dois, basta saber o que queremos olhar. Uma história que fala de um menino filho de um comandante nazista ao lado do campo de concentração passa a questionar o outro lado da cerca, onde todos vestem o mesmo pijama, acha estranho que do outro lado haja tantos meninos e ali somente ele. Resultado quer conhecer o outro lado e em uma brincadeira torna-se um deles. O texto não é explícito, mas nos deixa aflitos com o que acontece depois. Isso me fez refletir a respeito de mim mesma, de tudo pode ser visto dos dois lados. Um pai nazista também ama seu filho e um filho de um nazista pode sofrer mesmo sem estar em um campo de concentração.
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